segunda-feira, 16 de junho de 2008

POESIA CORPORAL


É bom amar e ser amado
Esquecer o passado
Ver os erros perdoados
Na sinfonia confusa dos nossos lábios.


Vai lá, tua vez agora, quero ver o que vai sair.

Hmm. não sei por que tu insiste nessa guerrinha de poemetos fajutos, ainda por cima com esse ar desafiador, sabendo que no final tu vai se sair melhor ou pelo menos achar isso.

Não leve as coisas pra esse lado, amor. é sem compromisso, sem perde nem ganha.

Aham, sei. tá bem. lá vai.


É bom sentir sem ter sentido
Esquecer aqueles anjos caídos
Ver os erros cometidos
Na confusão sinfônica dos sábios.


Ah, não. Assim não vale.

Por que não?

Porque tu usou a forma do meu poema e ainda por cima fazendo um jogo de palavras.

Ah meu, amor, saiba que plágios modificados são mais originais que cópias disfarçadas.

Daonde tu tirou essa frase?

Tirei da minha cabeça, ué. por que a pergunta?

Sei lá, ela me pareceu tão bem-feita, como se tu tivesse formulado há tempos e só agora teve a oportunidade de solta-la no ar.

Tu sempre duvida da minha inteligência e da minha capacidade de pensamento rápido, além do mais, quem vive inventando frases feitas é tu, e o pior é que tu se dá bem com elas.

Pois é, eu sei. mas vamos continuar, minha vez. lá vai.


Se o tempo nos deforma por ventura
Nas tuas costas farei uma pintura
De beijos e de abraços
Só para o tempo passar e moldar o nosso amor.


Hmm, adorei essa, mas não quero mais brincar disso.

Vamos fazer o quê? falar de filosofia?

Não, menos ainda. sempre quando falamos de filosofia nós discutimos, hoje eu não quero discutir.

Então vamos fazer o quê?

Vem cá, amor. deita aqui do meu lado. vamos fazer poesia com os nossos corpos.

Um comentário:

*LadyBug* disse...

que viagem entrar no teu blog bem no dia q tu postou algo hehehee
achei bem bacana.
foi tu mesmo quem escreveu?
tá mais para um plágio modificado...to dizendo isso pela originalidade é claro!

Beijoka!